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Boletim G20 Ed. 54 - Perspectivas econômicas, tributação e financiamento em pauta no G20 SP

Encontros desta semana da Trilha de Finanças visam avaliar ações e propor medidas concretas para ampliar impacto das discussões entre as maiores economias do mundo. Ouça e saiba mais!

26/02/2024 13:56 - Modificado há 2 meses

Repórter: Ministros e vice-ministros de Finanças, presidentes e vice-presidentes dos Bancos Centrais do G20 se reúnem em São Paulo, entre os dias 26 e 29 de fevereiro. Na agenda de debates da Trilha Financeira estão as perspectivas para a economia global e temas como desigualdade, tributação internacional e financiamento para o desenvolvimento sustentável. 

A coordenadora da Trilha de Finanças e secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, participou de uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira, no prédio da Fundação Bienal, local que recebe as reuniões do G20 na capital paulista. Segundo ela, ter um fórum como o G20, em que países sentam lado a lado para avançar em qualquer tipo de solução aos problemas globais, oferece uma oportunidade única de diálogo e cooperação.

Tatiana Rosito: Sabemos que há grande expectativa sobre o G20 como principal foro de cooperação e coordenação econômica internacional. Queremos trabalhar com todos os países, membros, convidados e organizações internacionais para impulsionar consensos em relação aos principais desafios da economia global e também da humanidade.  

Repórter: De acordo com Rosito, os encontros desta semana são para avaliar as reuniões dos Grupos de Trabalho da Trilha, que aconteceram entre dezembro e janeiro deste ano. 

Tatiana Rosito: Vamos também negociar uma proposta de comunicado que será considerada na reunião ministerial, para sua adoção. Vamos então preparar o terreno para a primeira, essa sim, primeira reunião de ministros da Fazenda e presidentes de Banco Central da trilha financeira da presidência brasileira do G20, que ocorrerá na quarta e quinta-feira, e que é o principal encontro desta semana.

Repórter: A coordenadora da Trilha de Finanças informa que os debates acontecem em quatro áreas.

Tatiana Rosito: Primeiro é a relação entre desigualdades e política econômica. O segundo é o tradicional diagnóstico da economia global, com foco nas perspectivas para o crescimento, inflação e geração de empregos. Uma terceira área é a de tributação internacional. E a quarta, as dívidas nacionais e o financiamento para o desenvolvimento sustentável, que são temas muito ligados na nossa agenda econômica e financeira.

Repórter: Estima-se que o evento em São Paulo receberá 450 delegados, representando os países-membros, nações convidadas e organizações internacionais.  








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